Neste tempo de modernismo bacoco vivemos na obsessão de sermos melhores do que os outros.
Tornamo-nos numa espécie de animais de circo a desempenhar as nossas funções, na esperança de receber o aplauso dos outros. Calculamos o nosso valor pessoal com base nos elogios que recebemos das pessoas que nos interessam e, por conseguinte ,não paramos de exigir mais e mais de nós. Mas nada é suficiente, quando se vive assim.
Alcançamos um grande objectivo, mas estamos tão atarefados a trepar essa imaginária escada do sucesso que não conseguimos ter prazer na nossa conquista. Nunca nada é suficiente quando se vive desta maneira. Nunca nada é suficientemente bom, porque temos de ser sempre o número um em tudo o que fazemos.
NOTA:Excerto do livro O Santo, O Surfista e a Executiva de Robin S. Sharma.
Antonio Pensador
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